Amanda Costa

Astrologia Poética

Drops Astrais

LUA CHEIA em ÁRIES:
20/10/2021

LUA CHEIA em ÁRIES
(20/10 11h56 Brasil)
Ciclo lunar em apogeu, a lente da Cheia amplia o avesso da sombra, espelho que nos inverte e verte a essência. Brilha alto e ilumina funduras, confins; clareia esfericamente, expandindo e revelando. No eixo Áries-Libra, gangorra eu-outro em movimento uno, sugere pontes inter e intra mundos, diálogo que anima a roda da criação.
Pessoas se movimentam, plenas de criatividade e vontade, tensões se salientam e tesões se aferventam, tudo se acelera e se multiplica.
Configurações de combate e confronto ligadas a Marte e Plutão, associadas ao puxão da Lua Cheia, anunciam dias de fogo alto e sujeitos a derramamentos vulcânicos e explosões, gatilho para energias incandescentes que se movem sob a superfície. Evidenciam-se questões ligadas ao poder, no coletivo e no individual. Ultimamente vivemos em uma espécie situação-limite estendida, prolongada, em que tudo aquilo que vinha sendo acumulado ou oculto nos subterrâneos vem à tona, é exposto e, de tempos em tempos, aflora de forma descontrolada e violenta. A expressão “pôr os podres para fora” é adequada, com todos os prós e contras. O pró é que quando o mal que estava escondido aparece, podemos tirar o veneno, limpar a ferida e chegar à cura.
Passar por tudo isso não é fácil, na vida pessoal e com tantos conflitos em nosso quintal e em várias partes do mundo. Sem falar na reação da natureza, o planeta reclamando com fúria. O pior é que seus próprios habitantes, ditos seres inteligentes, é que fazem os maiores estragos.
Tanta coisa fora do lugar... Temos muito trabalho pela frente. Que tal começar faxinando nosso próprio porão?
Com as energias de Libra, onde ora transitam Sol, Marte e Mercúrio, aprender as linguagens do entendimento, o diálogo da afinidade, fazer alianças, construir pontes. Combinar as cores, abrir janelas de par em par, dançar. Em tempo de transbordamentos, os pratos da Balança, repletos, apontam a justa medida e buscam realizar o seu ofício de equilibrar. Nada em excesso, diz o ancestral oráculo de Apolo, o Sol. O caminho do meio, nos orienta nosso Buda interior.
No silêncio entre palavras, na pausa entre as notas, a canção. Respire, escute.


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